Ideias na Mesa - Blog


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postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Quinta-feira, 06 de Outubro de 2016

Um importante ponto no cenário atual de combate à insegurança alimentar é o problema do alto nível de desperdício em todo sistema alimentar mundial. O mundo descarta, aproximadamente, um terço do alimento produzido globalmente, o equivalente a 1,3 bilhão de toneladas anuais. Em países como os Estados Unidos, Austrália e Inglaterra, que concentram a maior parte do desperdício no final da cadeia, o percentual descartado ultrapassa um terço da produção.

Desde 2013, quando o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) lançaram a iniciativa Save Food, diversos países têm iniciado campanhas de promoção do consumo sustentável de alimentos ou estabelecido suas próprias metas de redução das perdas e desperdício de alimento. Mais recentemente, entre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pelas Nações Unidas em 2015, destaca-se "Reduzir pela metade, até 2030, o desperdício de alimentos per capita mundial, nos níveis de varejo e do consumidor, e reduzir as perdas de alimentos nas outras etapas da cadeia agroalimentar".

Pensando nisso o [Mais que Ideias] de hoje traz o trabalho da artista Aliza Eliazarov, que tem como propósito alertar sobre o desperdício nos Estados Unidos, um dos países que mais desperdiça alimentos na etapa de consumo domiciliar. O projeto fotográfico “Waste Not” retrata a grande variedade de alimentos encontrados no lixo que, depois de fotografados, foram entregues para bancos de alimentos de Nova Iorque. Leia aqui mais sobre o assunto.

Confira aqui o resultado desse trabalho:

E você, já parou pra pensar como o desperdício está no seu dia a dia, e como você pode diminuí-lo?



postado por Rafael Rioja Arantes em Quinta-feira, 04 de Agosto de 2016

Alimentos transgênicos representam o modelo de produção em larga escala com amplo emprego de tecnologias genéticas, fertilizantes químicos e agrotóxicos. São pouco familiares para alguns, trazem dúvidas para vários, mas um ponto é fato, a maioria de nós os consome com considerável frequência até mesmo sem imaginar.

Em um trabalho para o Jornal Ligature, os fotógrafos Enrico Becker e Matt Harris apresentaram sua ótica interpretando frutas transgênicas sob a perspectiva da arte. As cores naturais de cascas e interiores dão lugar a tons pastéis monocromáticos, que apesar de visualmente interessantes, promovem um distanciamento daquilo que seriam as frutas in natura. Os artistas brincam também com a propriedade das frutas inserindo um código de barras em todas elas, da forma que a partir do momento em que são geneticamente modificadas, elas passam a ser propriedade de alguma empresa, e não mais livremente pertencentes ao espaço natural.         

Soja e milho são os carros chefe da produção transgênica e o Brasil é o segundo maior produtor destes grãos no mundo. Cientistas, grupos de pesquisas e empresas multinacionais vivem em uma guerra de braço constante sobre o tema. De um lado, os que tentam a todo custo afirmar que eles são seguros e portanto sua produção deve continuar a todo vapor, e do outro, os que apontam os riscos à saúde e os incontáveis agravos socioambientais. Enquanto isso, nós, os consumidores, estamos cada vez mais expostos a esses alimentos.

Não é apenas quando comemos uma espiga de milho, ou alguma preparação com soja – se não forem orgânicos ou agroecológicos é praticamente certo que são transgênicos – que estamos ingerindo estes alimentos, mas a grande maioria dos produtos industrializados utilizam milho e a soja como matéria prima barata de base. Fécula de milho, bolos pré-preparados, fermento biológico, biscoitos e salgados, e tantos outros, além é claro, dos produtos mais óbvios como óleo e leite de soja, e milho em conserva por exemplo.           

A série de fotografias com frutas alteradas nos permite visualmente problematizar a questão da transgenia tanto do ponto de vista da naturalidade dos alimentos quanto da transformação dos mesmos em mercadoria e propriedade. 

Para conferir mais imagens acesse o link.


 

 



postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Quinta-feira, 21 de Julho de 2016

Como aparece nos princípios do Marco de referência de educação alimentar e nutricional, uma alimentação com base na sustentabilidade social, ambiental e econômica leva em conta a sazonalidade e origem geográfica e cultural dos alimentos. Pensando nisso, o [Mais que Ideias] de hoje traz dois projetos feitos em parceria pelos artistas Caitlin Levin e Henry Hargreaves que usam a comida de forma artística para ilustrar essas facetas do sistema alimentar.

O projeto Food Scans tem como objetivo destacar a beleza e diversidade das frutas e verduras de cada época e assim a vantagem de respeitar a sua sazonalidade. Por meio de um calendário com composições visuais surrealistas feitas com frutas escaneadas, visualiza-se detalhadamente, em seu estado natural, a simetria, estética e a forma como as imperfeições e inconsistências dos alimentos os tornam os exemplos mais interessantes de arte da natureza.

Maio: cenoura, limão, ervilhas, brotos de alho, abobrinha

Dezembro: peras, batatas, sálvia, alecrim, couve de bruxelas, caquis, chalotas, noz moscada, tangerinas, cranberries

Já o projeto Food Maps tem como base a ideia de que os alimentos típicos dos países e continentes são um portal para as complexidades culturais locais. Assim criaram uma série cartográfica lúdica de localizações geográficas feitas de comidas icônicas que melhor as representam. Trabalhando meticulosamente com alimentos reais não adulterados, formaram-se silhuetas de vários lugares do mundo.

Ao transformarem alimentos emblemáticos de países e continentes em mapas físicos pretenderam mostrar como a comida tem viajado o mundo e como vários ingredientes transformam a identidade cultural de um lugar, deste modo, por exemplo, apesar de sabermos que os tomates originalmente vieram dos Andes na América do Sul, a Itália se tornou o rei do tomate.

América do sul: cítricos

Itália: tomates

E você, já parou para pensar qual a origem geográfica, sazonal e cultural dos alimentos que você consome? E a importância e impacto de tais pontos na sustentabilidade do sistema alimentar? 

 



postado por Nathália Bandeira Vilhalva Gheventer em Quinta-feira, 16 de Junho de 2016

Os alimentos possuem diversas simbologias e significações culturais, sociais e econômicas. Porém, eles não se atêm somente a estes elementos; muitas vezes fazem parte da elaboração e construção de diferentes obras artísticas e visuais.

O brasileiro e fotógrafo William Kass, a partir da sua imaginação e criatividade, utiliza a comida para a criação de inúmeros cenários e universos paralelos. Suas obras, além de utilizarem muitas cores e elementos visuais, dinamizamizam-se em cenas chamativas e singulares.

Confira abaixo algumas de suas obras:

 

 

 

 

 

O seu portfólio conta também com vários outros materiais e temáticas extremamente divertidos. Caso queira saber mais, acesse a página do fotógrafo aqui. 

A criação dessa forma de arte pode ser encontrada em outros locais. Nos Estados Unidos por exemplo, uma artista americana cria obras semelhantes, porém com um tom mais leve e suave.

Confira:

 

 

 

Que tal tentar compartilhar desta ideia e tentar criar novos cenários para as suas refeições? Pode ser um programa divertido! Fica a dica!



postado por Rafael Rioja Arantes em Quinta-feira, 31 de Março de 2016

O que a geladeira da sua casa diz a seu respeito? Foi instigado por este pensamento que o fotógrafo Mark Menjivar, que vive no Texas, se dedicou para criação de uma série de imagens retratando diferentes aparelhos de refrigeração.

Em entrevista à revista The Splendid Table – A mesa esplêndida, livre tradução – o fotógrafo foi perguntado o porquê da escolha de fotografar geladeiras sendo que ele poderia escolher tantos outros temas. Mark contou que durante um trabalho em um documentário que participou, o assunto alimentar passou a lhe interessar. Foi quando despretensiosamente em uma tarde qualquer ele tirou uma foto do próprio freezer, e ao olhar para a fotografia tempos depois ele teve a impressão de estar observando algo que nunca tinha visto antes.

A série de fotografias já passou por diferentes países e Mark revela que tem sido uma ótima oportunidade para encontrar chefes, produtores locais e diferentes organizações para tratar com a população sobre assuntos relacionados ao sistema alimentar. Fotografar a geladeira das pessoas dentro de suas casas exige também uma certa intimidade, e Mark conta que os indivíduos permitiram a ação do fotógrafo por acreditarem na relevância do projeto.   

As fotos contêm informações breves sobre a profissão do proprietário da geladeira e alguma característica de sua personalidade ou da sua rotina. Menjivar ao ser perguntado a respeito de quais fotos e características mais chamaram sua atenção ele contou de um indivíduo com problemas mentais vivendo a margem da sociedade e em situação de insegurança alimentar. Em sua geladeira não havia quase nada, um cachorro-quente, uma embalagem de Pepsi com água e um pote de pimenta. Do outro lado do espectro, ele cita uma auxiliar de parto que tinha a geladeira repleta de vegetais comprados de produtores locais. 

A foto abaixo é um comparativo de uma geladeira de uma atendente de doceira que foi despejada de casa em virtude de seu casamento inter-racial não aceito pelos pais. Em sua casa moram 4 habitantes.  A segunda é a geladeira de um engenheiro que se preparou para receber 17 integrantes de suas famílias de descendentes italianos e de Porto Rico para um almoço.   

 

A foto a seguir mostra a geladeira de um Bar-Tender que mora sozinho e trabalha até às 8h da manhã e acordar as 16h. A segunda geladeira é de um casal onde o marido trabalha na construção civil e a esposa é dona de casa e acorda todos os dias as 4 da manhã para preparar o café para sua família com 4 membros. 

 

Estes são alguns dos exemplos que caracterizam as famílias a partir de suas geladeiras, para conferir mais obras e seus respectivos proprietários e hábitos acesse o link.




postado por Maína Pereira em Quinta-feira, 10 de Março de 2016

O ato de comer merece não apenas um tempo de qualidade, como também ótimas companhias e um ambiente agradável e convidativo.

Além da partilha de receitas deliciosas, uma decoração com flores ou velas criam um clima mais alegre e aconchegante à mesa.

E quando a mesa não tem só arranjos de flores, mas vasos lindos e comestíveis?

Essa é a proposta do artista Danling Xiao, criador da série de arranjos em vasos de frutas e vegetais. Para ele “a própria natureza já é uma artista”. Em seu trabalho, ele declara tentar manter os materiais em suas formas originais, a fim de preservar sua beleza natural. São curiosas criações de ingredientes naturais que já possuem capacidade de se comportar como vasos. Assim feito, tem-se alimentos transformados em recipientes funcionais, práticos e lindos!

Segundo o artista, a beleza dessas obras é para derreter na boca. “Seria um desperdício apenas contemplá-los. ”

 

vaso comestivel

 

vaso comestivel 2

 

vaso comestivel 2

 

 

 

Fonte: Design Boom



postado por Maína Pereira em Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2016

O que você acharia se um macaco ou uma ama de leite geneticamente modificada amamentasse nossos filhos no futuro?

grande mae

Na obra Grande Mãe (2005), a artista Patricia Piccinini traz o questionamento sobre a história ancestral da maternidade diante da dinâmica do mundo contemporâneo.

Quais reflexões sobre o ato de amamentar surgem ao apreciar a obra? Compartilhe conosco!

Atualmente, a obra pode ser visitada no Centro Cultural do Banco do Brasil de Brasília na exposição ComCiência. 



postado por Rafael Rioja Arantes em Quinta-feira, 21 de Janeiro de 2016

O [Mais que Ideias] de hoje cruza oceanos e apresenta um dos trabalhos do artista e fotógrafo neozelandês Henry Hargreaves. Nascido e criado na pequena cidade de Christchurch, Henry sempre teve a câmera como um hobby. Apesar de nunca ter estudado fotografia ele ganhou experiência no tema ao estudar e trabalhar no mundo da moda, o que possibilitou que ele fotografasse temas de seu interesse e aprendesse diferentes técnicas.

Hargreaves conseguiu projeção internacional por compor suas obras fotográficas a partir de alimentos, e conta que esta fixação começou quando ele trabalhou na indústria alimentícia antes de se tornar um fotógrafo em tempo integral. “Eu era fascinado sobre os pedidos das pessoas, e o que elas pediam falava bastante sobre as suas características e personalidade. Eu tento trazer esta ideia para dentro do meu trabalho mostrando as conexões visualmente”.

No que diz respeito às suas obras, o neozelandês costuma fazer trabalhos colaborativos com outros artistas, como é o caso de “Deep Fried Gadgets” – Aparelhos Eletrônicos Fritos, livre tradução – que apresentamos no quadro de hoje, feito em parceria com a artista Caitlin Levin.

O conceito da série é um comentário sobre a similaridade entre o consumismo tecnológico e a indústria fast-food, ambos rapidamente devorados e depois descartados por conta de nosso apetite pelo produto mais novo.

Henry relata que a motivação para este trabalho se deu em seu interesse de trabalhar com comida e a justaposição de diferentes mundos. A inspiração surgiu quando ele assistiu a um vídeo na internet em que crianças japonesas tentavam fritar um PSP (videogame portátil) e come-lo. Como se pode imaginar o plano não deu muito certo, mas Hargreaves gostou da ideia e pensou que aquilo podia ser expandido e fotografado de uma forma bela. Em suas palavras: “Eletrônicos se tornaram praticamente dispositivos sagrados, de forma que uma edição mais recente de um aparelho da apple deixa as pessoas eufóricas. Mas assim que o próximo modelo é lançado o anterior é imediatamente esquecido”.

O neozelandês consegue através desta série traduzir e correlacionar na forma de imagens dois universos distintos, mas com muitas similaridades. De um lado a massificação tecnológica que através de campanhas publicitarias nos impele a consumir os produtos como uma voracidade sem igual, e paralelamente, a indústria de alimentos que se utiliza de estratégias parecidas para nos empurrar goela abaixo produtos baratos, ultraprocessados com alta densidade energética e baixo valor nutricional.     

Para conferir os originais e outros trabalhos de Henry Hargreaves e artistas parceiros acesse a página oficial.


 



postado por Rafael Rioja Arantes em Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2016

A obra “Cubos” dos artistas holandeses Lenert & Sander representa um encontro mais do que acertado e intenso entre comida e arte, refletindo o modelo de massificação dos alimentos no atual sistema alimentar.

A ideia para criação de “Cubos” surgiu a partir de um trabalho que eles foram designados a fazer para um jornal local (De Volkstrant), que tinha como objetivo a confecção de uma imagem relacionada à comida. O jornal não deu nenhuma orientação específica, o que na opinião dos artistas foi extremamente desafiador pois alimentação é um tema extremamente amplo. Foi então que eles resolveram fazer com que 98 alimentos diferentes fossem igualmente cortados em cubos com 2,5cm de aresta de maneira que todos eles estivessem representados com a mesma importância.

Observando a imagem da dupla fica fácil perceber onde arte e alimentos entram nesta história, é a partir da motivação do processo criativo entretanto que fica clara a crítica ao sistema alimentar industrial. Os alimentos representados foram escolhidos a partir do que eles encontravam nas mercearias locais, sendo a única regra para seleção a escolha de alimentos naturais. A reflexão que os artistas tiveram foi que a partir do momento que se cortava os alimentos uniformemente eles eram igualados, ainda que aparentemente, tudo se tornava processado dando o insight para o conceito da obra.

Lenert comentou que na Holanda, de uma maneira geral, as pessoas fazem comentários negativos acerca da comida durante momentos de socialização. As críticas não são a respeito do gosto ou dos nutrientes, mas sobre as origens dos alimentos e do sistema alimentar fortemente influenciado por interesses comerciais. Um exemplo é o caso da empresa internacional do mercado de agrotóxicos Monsanto e o que ela produz. A intenção dos artistas, portanto, foi demonstrar porções de alimentos e as terríveis histórias que cada um deles carrega através do processo produtivo.

“Cubos” representa de uma forma extremamente autêntica a lógica com que a alimentação é tratada na atualidade. A cadeia industrial descaracteriza alimentos naturais transformando-os em produtos, as empresas do ramo de agrotóxicos e transgênicos modificam sementes e alimentos para atender as demandas desta lógica e os prejuízos para a saúde da população e para o meio ambiente se agravam cada vez mais.

Para visualizar a obra “Cubos” e outros trabalhos dos artistas acesse o site.   


  

 

 



postado por Rafael Rioja Arantes em Quinta-feira, 03 de Setembro de 2015

No último final de semana de agosto a equipe do Ideias na Mesa se reuniu no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB Brasília) para analisar a exposição CRU - Comida, Transformação e Arte.   

A mostra iniciada em 15 de agosto permanecerá na capital até o dia 12 de outubro, e expõem uma multidisciplinaridade de obras ao ar livre e em galerias, 4 ações performáticas e intervenções gastronômicas em restaurantes da cidade.    

O curador, Marcello Dantas, define o projeto com as seguintes palavras:

“Em inglês, matéria-prima é equivalente a raw material – matéria crua, livre tradução. CRU é isso, aquilo que artistas de diferentes pontos do mundo conseguiram fazer com a comida para transforma-la em arte. A comida na arte gera um denominador comum que transcende barreiras, incita à experimentação e presenteia o interesse pela diversidade. O alimento é o grande milagre que o homem exerce sobre a natureza”.

No sábado (29/08) aconteceu a primeira das 4 performances programadas, “RE vira VOLTA", e o Ideias esteve lá de olhos, ouvidos, olfato e paladar aguçados. Os quatro sentidos foram necessários pois a intervenção artística se deu a partir da interação entre a cenografia do mexicano Hector Zamora, o grupo de percussionistas Barbatuques e as massas artesanais de sorvete feitos com frutas típicas brasileiras pela chef Ana Luiza Trajano.

“Ao ritmo de palmas e batucadas, baldes cheios de gelo e polpa de frutas giram sem parar”

O que começou em música terminou em uma explosão sensorial de cores e sabores materializada na forma de um sorvete conhecido como Nieves Mexicanas, processo ancestral de fazer sorvete na cultura Asteca. A iguaria foi espalhada em uma grande mesa redonda que remetia a um barril de curtir vinho, e pallets espalhados dentro do galpão de vidro - em cima dos quais os músicos performaram - deram um toque rústico ao ambiente.

Ao final da coreografia sinestésica chegou o momento tão aguardado pelos expectadores, desbravar os sabores exóticos recém produzidos. A equipe do Ideias, é claro, também provou e aprovou! Observamos este momento de sociabilização proporcionado pela comida, pessoas que não se conheciam, mas estavam compartilhando do mesmo alimento e interagindo entre si, ficando evidente o aspecto afetivo e sociável que o comungar da mesma refeição – cada vez mais raro nos dias de hoje - proporciona.

A próxima performance, “Amanhã está na língua, como hoje nos nossos lábios”, acontecerá no dia 03 de outubro com a proposta de desafiar o público a experimentar algo novo. Enquanto isto, é possível fazer que nem a equipe do Ideias e conferir as obras expostas: 

  


 

 



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